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segunda-feira, 23 de junho de 2014

Pólipos Intestino grosso: Riscos de câncer



Tipos de pólipos e risco de Câncer do Intestino Grosso e reto.

Pólipo Adenomatoso:



Dúvidas: Nos envie a sua.
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Clinicas:
Proctologista no bairro da Lapa, sp:
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Mônica:


 Proctologista no bairro daVila Nova Conceição:
Fixo: 11-38467973 
Movel: 11-99122513













Centro: Praça  da Republica.











Pólipos Intestino grosso:

1- O que é:
A palavra pólipo refere-se a uma lesão macroscopicamente visível ou a um tumor que se projeta a partir de uma superfície epitelial.

Pólipos:




















Comentário: Dr. Paulo Branco
As células de revestimento do intestino em um certo local, começam a se multiplicarem, formando uma elevação, chamada de apudoma ou Pólipo. O que determina este crescimento não se sabe. Se as células são típicas do revestimento intestinal, o pólipo será chamado de típico por um bom patologista, mas se não forem iguais as células intestinais, são chamadas e atípicas que poderá chegar até o câncer. Parece haver uma pré-disposição do epitélio para formar os pólipos.  

Pólipo:




















Pólipo adenomatoso:

















2- Classificação:
A-     Neoplásico:
- Epiteliais: São tumores que se original no epitélio ( células de revestimento do intestino), são eles:
Adenomas, adenocarcinomas polipoides e tumores carcinoides.

Pólipo: Adenomatoso.















- Não epiteliais:  Lipomas ( tumor de gordura), leiomiomas ( músculo), e os linfomatosos.


B- Não Neoplásicos:
São eles: Hamartomatosos, pólipos hiperplásicos, e pólipos inflamatórios.

3- Tipos: Vamos analisar.
1- Adenomatosos:
- É o pólipocolorretal mais comum e mais importante, é uma neoplasia benigna do epitélio.
- Poderão ser únicos ou múltiplos, esporádicos ou hereditários.
- Podem apresentar displasia e são lesões pré-malignas.


Pólipo retirado:

















- Câncer:  A maioria dos adenocarcinomas surge a partir desses pólipos adenomatosos, e a retirada desses pólipos diminui a incidência do câncer do intestino grosso e reto.

Degeneração do polipo:


















Transformação maligna:



















- É a relação entre os adenomas e os adenocarcinomas que confere aos adenomas sua enorme importância clínica.

Pólipo e cancer:

















3- Sintoma:
- A maioria dos pólipos adenomatosos é clinicamente silenciosa e encontrada durante a triagem ou por investigação de sintomas não relacionados com o pólipo adenomatoso.
- Os grandes adenomas, poderão da sangramento, descarga de muco, tenesmo e urgência.
- Colonoscopia: É o exame mais acurado para encontrar os pólipos.
- A colonoscopia virtual pode ser particularmente útil na avaliação de pacientes com colonoscopia incompleta.

 4- Distribuição no Intestino:
Feita pela Nacional Polyp Study, de:
- Ceco: 8%
- Colón Ascendente: 5%
- Flexura hepática (fígado): 10%
- Cólon transverso: 4%
- Flexura esplênica ( baço): 14%
- Cólon descendente: 43%
- Cólon sigmoide e reto: 8%

Informação importante: Dr. Paulo Branco.
Os tumores do intestino grosso tem uma distribuição similar aos pólipos, o que reforça o conceito da degeneração maligna dos pólipos.

Pólipos sincrônicos:
Quando se encontrar um pólipo a possibilidade de encontrar outro pólipo será de 40%.

 Tipos histológicos de adenoma:
 Estudo feito pelo Nacional Polyp Study, indicou:
- Tubulares:87%
- Vilosos:5%
- Tubulovilosos:8%

Taxa de conversão do tipo de pólipo em câncer:
Em geral, a taxa anual de conversão do adenoma para carcinoma tem sido estimada em 0,25%, mas o risco é maior no caso dos pólipos>1cm ( 3%), adenomas vilosos(17%) e adenomas com displasia de alto grau ( 37%). 

Fatores de risco dos pólipos para câncer:
Em um estudo que analisou 7.590 pólipos adenomatosos para determinar os fatores de risco para displasia de alto grau ou invasão, o tamanho foi o mais forte preditor. A porcentagem de adenomas com displasia de alto grau ou câncer do intestino invasivo com base no tamanho do pólipo foi:
- <5mm: 3,45
- 5-10mm: 13,5%
- > 10mm: 38,5%
As lesões vilosas, localizadas no cólon esquerdo e idade > 60 anos também foram associadas  a um grau histológico avançado.

Tamanho adenoma x câncer:
O risco de malignidade relacionado com o tamanho do adenoma em uma grande série, foi de:
- 0,6-1,5 cm: 2%
- 1,6-2,5 cm: 43%
- 2,6-3,5 cm: 76%

5- Tratamento:   
- Retirar o pólipo por colonoscopia, chama-se de Polipectomia endoscópica.
- Quase todos os pólipossão possíveis de serem retirados com segurança por endoscopia, mas, se o pólipo parece ser maligno, a polipectomia com alça às vezes não será possível, e em geral não será aconselhável.

Polipectomia:











:








Sinais de malignidade do Adenoma:  
- Contorno irregular
- Ulceração
- Friabilidade
- Endurecido
- Ausência de elevação com a injeção submucosa.

 6- Acompanhamento:
- O Nacional Polyp Study determinou que a colonoscopiarealizada três anos após a polipectomia inicial, bem como os exames realizados com maior frequência, protegem os pacientes.


2- Pólipos Hiperplásicos:
- São pólipos não neoplásicos, encontrados com grande frequência durante o exame endoscópico, são geralmente pequenos, pálidos, geralmente localizados no reto e Cólon Sigmoide, e quase sempre são assintomáticos.
- Câncer: Não foi demonstrada uma forte relação deste tipo de pólipo com o desenvolvimento do câncer.
- Os portadores de pólipo hiperplásicos que apresentam risco definido de câncer colorretal são aqueles portadores da Síndrome Polipoide hiperplásica hereditária.

Polipose: Rara.

















Obs. Esta Síndrome é muito rara.

3- Pólipos Inflamatórios:
- Os pólipos inflamatórios ou falso ou pseudopolipos, estão associados a inflamação do cólon, chamada de colite, na maioria das vezes a colite ulcerativa e a doença de Crohn, mas podem resultar de qualquer tipo de inflamação grave do cólon.
- O pólipo inflamatório é um resquício ou ilha de mucosa normal ou minimamente inflamada.  

Pólipo: Inflamação intestinal.














- Câncer: A presença de pólipos inflamatórios na doença inflamatória intestinal não está associada a displasia ou risco de câncer intestinal.
- Os pólipos inflamatórios são quase sempre múltiplos.
- O tratamento é direcionado à doença intestinal subjacente.

terça-feira, 10 de junho de 2014

DST anorretal e peniana, Atualização no diagnostico e tratamento.


DST anorretal e peniana, diagnostico e tratamento, com fotos, videos e comentários.
Dúvidas: Dr Paulo Branco.
whatsApp.: 11-995204135/98716-4052.

Dr Paulo Branco: Nas redes sociais.

Contatos:
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Mônica























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Fatima























- Proctologista no centro de são paulo, na Praça da Republica:
Fone: 11-3331-7016


Renata


DST:
1- Epidemiologia:
OMS: 350 mil novos casos diariamente no mundo. 

2- Diagnostico:
 Pista:  Sintomas que levam ao diagnostico. 
Coceira na pele perianal: Dermatite de contato, por candida.
- Dor, vermelhidão e bolhas na pele perianal: Herpes.
- Perda de secreção amarelada anal ou peniana: Gonorreia. 
- Perda de secreção esbranquiçada: Candida.
- Ardência anal e retal: AniteProctite ou fissura anal.

3- Caracteristicas das DST:

1- Idade: + frequente entre os 20 aos 30 anos.


2- Escolaridade e nível economico: Relação inversa.



 3- Transmissão: Se dá durante a atividade sexual.





4- Mais frequentes: 
- A Promiscuidade: + de 2 parceiros/ano.



- O Sexo casual: Sem preservativo.



- Homossexualismo masculino: + frequente.

Sexo passivo:
- Entre os homens:: As estimativas atuais são de que menos de 2% dos homens praticam regularmente o intercurso anal receptivo ( sexo passivo) entre 2-10% apresentam atividade homossexual em alguma fase da sua vida.

- Entre as mulheres: Entre 5-10% praticam o intercurso anal receptivo ( sexo passivo ) com algum grau de regularidade e parece que são mais propensas a pratica-lo sem proteção, fiquem espertas!

- HPV + HIV: A infecção pelo HPV foi relata em 93% dos homens homossexuais HIV+, em comparação com 60% dos homens homossexuais HIV-.

 - O HPV + HIV: sede uma proteína ao vírus do HPV, tornando esses mais agressivos para causar as alterações displasicas dos processos oncogênicos  ou cancerígenos.







- Drogas: Nas baladas, a pratica do sexo com o desconhecido e sem o preservativo. 





- Terceira idade: Aumentou.
- Causas da vulnerabilidade dos idosos a DST:
Invisibilidade do sexo: Envelhecimento.
Emocional: São facilmente envolvidos.
Medicamentos para ereção: Fácil acesso.
Desejo: Impossibilidade de despertar em outra pessoa;
Internet: Participação em grupos de convivência.
Sexualidade: Abertura para a vivência.
Camisinha: Falta de habito em usar.
Promiscuidade: Saunas, programas eroticos.





- Camisinha: Não usar.
Os brasileiros esqueceram de usa-la, veja o estudo abaixo:




Maneira certa de usar a camisinha:

1- Tamanho:


2- Evitar o ar:



3- Cobrir ate a base do pênis:





4- DST anal: Decorrente dos contatos sexuais anais e oroanais homossexuais ou heterossexuais: 

Contato anal:
- Uretroprostatite: Causado pela abundante flora de microorganismos intestinal, que é colocada em contato com a mucosa da uretra peniana, que acaba causando uma inflamação na uretra e próstata.







Higiene anorretal: Diminuir a quantidade de microorganismos, causadores de infecção.



- Proctite e anite:

- A proctite e anite( inflamação do reto e ânus respectivamente) geralmente determinam ardência, e dor local, são causadas por microorganismos sexualmente transmissíveis, como a clâmidia, ureaplasma  e pelo traumatismo do sexo anal passivo, decorrente de uma lubrificação e relaxamento anal inadequados. - A quebra da barreira de proteção da mucosa do reto é observada em várias doenças contraídas decorrentes do sexo anal passivo.  O atrito do sexo passivo lesa o revestimento mucoso e faz com que os microrganismos penetrem diretamente nas criptas anais.
- O sexo anal passivo, em comparação com o vaginal, quase sempre resulta em desnudamento da camada de células e da mucosa que protegem o ânus e reto. 


- Condiloma: Verrugas de Hpv.

 Principal forma de apresentação clinica: Assintomática

Tratamento das verrugas: Laser e Microscópio,  simultaneamente.


HPV: é um papovírus de DNA. Embora não seja uma DST relatada com frequência, é provável que seja a mais comum nos EUA, com incidência estimada de mais de 5 milhões de casos por ano ( em contraste com a Clamídia, mais comum das DST relatadas). 
- Existem mais de 80 subtipos de HPV, e quase 1/3 causa verrugas anogenitais. 
- Os subtipos 6 e 11 são os mais comuns de HPV de baixo risco, enquanto os subtipos 16 e 18 apresentam maior risco de associação a displasia e câncer anal. 
- A transmissão do HPV ocorre através da contato sexual com indivíduos infectados , com ou lesões macroscópicas, e a infecção assintomática é comum. O envolvimento perianal pode ocorrer na ausência de intercurso anal receptivo, ou mais exatamente no sexo anal passivo.  
- As queixa de condiloma acuminado perianal ou anal incluem:
Presença de tumoracao
Prurido ( Coceira)
Sangramento
Secreção crônica
Dor
Higiene mais difícil 

Verrugas: O exame físico em geral é suficiente para o diagnostico e mostra a lesão característica semelhante à couve flor, de coloração cinza ou rosada plana ou como carne, de tamanho variável, localizada na região perianal. O HPV é um papovírus de DNA. Embora não seja uma DST relatada com frequência, é provável que seja a mais comum nos EUA, com incidência estimada de mais de 5 milhões de casos por ano ( em contraste com a Clamídia, mais comum das DST relatadas). 



Tratamento das verrugas:

Resultados:
- Desaparecimento: 60 - 90%.
- Recidiva das verrugas de HPV: 20 a 30%.


Laser + Microscopio:

Acompanhamento: Anuscopia de Alta Resolução.
A razão dos exames serem normais, é que a principal forma de apresentação de algumas DST, como o HPV é assintomatica ou latente, e é aí que mora o perigo, bem ao lado. Tenho realizado a  anuscopia de alta resolução com corante especifico para determinar a carga local de vírus para os casos suspeitos de HPV, terá uma importância na prevenção da recidiva da doença.   





Verrugas: Pênis.








Verrugas: Perianais.




Verruga: Retal.





- Sífiles.



- Herpes Simples genital:





- Gonorréia:
Agente causador: Neisseria gonorrhoeae.
- É provavelmente a mais comum DST bacteriana que afeta a região anorretal. 
- O pico de incidência de todas as formas de gonorreia é no final da adolescência entre as meninas e no inicio dos 20 anos entre os meninos. 
- O período de incubação varia de 3 dias a 2 semanas. 
- Trinta e cinco a 50% das mulheres com cervicite gonocócica têm infecção retal concomitante, que se acredita ser decorrente de propagação contínua da infecção genital. 
- Uma grande porcentagem de pacientes com gonorreia retal e cultura positiva é ASSINTOMATICA – até 50% dos homens e 95% de mulheres. A infecção assintomática do reto constitui o principal reservatório da doença gonocócica em homens homossexuais.
- Anuscopia: Descarga de secreção purulenta. 
-Diagnostico: Confirmação da bactéria em exame de cultura.
-Tratamento: Antibiótico
-Acompanhamento: Não é mais necessário porque as taxas de eficácia dos antimicrobianos fica próxima dos 100%.


Parceiros sexuais: Os parceiros sexuais dos últimos 60 dias devem ser tratados e o paciente deve abster-se de relações sexuais até que o tratamento seja concluído e os sintomas tenham desaparecido. 




- Molusco Contagioso:

Molusco contagioso:

- o vírus do molusco contagioso é um membro da família poxvírus e produz uma lesão cutânea papular benigna.
-  A transmissão ocorre tanto por contato sexual como não sexual.
- O período de incubação é de 1-6 meses, seguido pelo aparecimento de pápulas umbilicadas cor de carne de 2-6mm.
- O diagnóstico em geral será feito com base em dados clínicos, porém a biópsia excisional demonstra células epiteliais aumentadas e a presença dos corpúsculos intracitoplasmáticas do molusco.


- Em geral, o tratamento consiste na erradicação nos locais, que eu tenho feito com o laser.  

Contato oroanal: Anilingue.
- Amebíase.
- Salmonelose.
- Shiguelose.
- Hepatite B:

Anilingue:





Clamydia:
Clamídia/Linfogranuloma Venéreo:
A Chlamydia Trachomatis é uma bactéria intracelular estrita, sexualmente transmissível e que resulta em infecção clinicamente semelhante às causadas pela N. Gonorrhoeae. A infecção simultânea pelos 2 organismos é comum. 
-     Transmissão:  A transmissão anorretal da clamídia ocorre durante relações sexuais anorretais, embora possa ocorrer comprometimento secundário como manifestação tardia de infecção genital. 
-     Período de Incubação:  De 5 dias a 2 semanas. 
-     O diagnostico da Clamídia como agente causador da inflamação do ânus ( proctite) pode ser difícil. A coleta adequada da amostra aumenta o rendimento diagnóstico e consiste na coleta com algodão  ou swab de Dacron.
- A cultura de tecido para a Clamídia é relativamente insensível e não está amplamente disponível por causa do custo e dos requisitos técnicos. 
- Tratamento: Antibióticos adequados e indicados 
Atenção: A abstinência sexual deve durar até 7 dias após tratamento com antibióticos.

Comentário: Dr. Paulo Branco
A clamídia por ser uma bactéria intracelular é muito difícil de ser tratada, principalmente nos homens com Prostatite com diagnostica de Clamídia. 
























































































































































































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Clamídia/Linfogranuloma Venéreo:
A Chlamydia Trachomatis é uma bactéria intracelular estrita, sexualmente transmissível e que resulta em infecção clinicamente semelhante às causadas pela N. Gonorrhoeae. A infecção simultânea pelos 2 organismos é comum.
-     Transmissão:  A transmissão anorretal da clamídiaocorre durante relações sexuais anorretais, embora possa ocorrer comprometimento secundário como manifestação tardia de infecção genital.
-     Período de Incubação:  De 5 dias a 2 semanas.
-     O diagnostico da Clamídia como agente causador da inflamação do ânus ( proctite) pode ser difícil. A coleta adequada da amostra aumenta o rendimento diagnóstico e consiste na coleta com algodão  ou swab de Dacron.
- A cultura de tecido para a Clamídia é relativamente insensível e não está amplamente disponível por causa do custo e dos requisitos técnicos.
- Tratamento: Antibióticos adequados e indicados
Atenção: A abstinência sexual deve durar até 7 dias após tratamento com antibióticos.

Comentário: Dr. Paulo Branco
A clamídia por ser uma bactéria intracelular é muito difícil de ser tratada, principalmente nos homens com Prostatite com diagnostica de Clamídia.


Dica para a sua saude: Leia com bastante atenção este diagrama, e siga.